"TODOS JUNTOS CONTRA A TUBERCULOSE LEVANTE ESTA BANDEIRA"


TUBERCULOSE TEM CURA PRECONCEITO NÃO







domingo, 14 de março de 2010

LAURO DE FREITAS TRABALHANDO

Desde outubro de 2008, o município de Lauro de Freitas, através do Programa de Controle da Tuberculose, PCT, implantou em 6 Unidades de Saúde, o Teste Rápido Diagnóstico (TRD) para HIV, que é realizado em todos os pacientes portadores de Tuberculose, se confirmada sua positividade, o paciente é encaminhado ao Centro de Testagem e Aconselhamento- CTA/SAE, onde será atendido por um infectologista e outros profissionais como enfermeiro, assistente social, psicólogo e odontólogo que acompanharão o tratamento.
Mais uma conquista dos nossos pacientes.

Fonte:
Margarida Déa
PMCT Lauro de Freitas-Ba

CAPACITAÇÃO EM PESO PARA CAMAÇARI


Nos dias 11 e 13 de janeiro, Camaçari capacitou com apoio do Fundo Global, 28 Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, em ações de controle da tuberculose com ênfase em DOTS, e nos dias 01 e 02 de fevereiro foi a vez dos médicos, enfermeiros, assistentes sociais e bioquímica.
Trabalhamos com a equipe de Atenção Básica, Pronto Atendimento e CAPS e o produto destas capacitações será uma planilha de atividades para o ano de 2010 e a implantação do livro de "Sintomáticos Respiratórios" nos Prontos Atendimentos.
Fonte:
Ana Iara Carneiro
PMCT - Camaçari-Ba



domingo, 7 de março de 2010

CAMAÇARI AGUARDA MEDICAMENTO

Durante os meses de janeiro e fevereiro a equipe de multiplicadores do novo esquema, formada por Dra Maria Rosário Barretto, Dra Carolina Bittencourt , Dr Gilmar Santos e Enfª Ana Iara fizeram o repasse para profissionais das Unidades Básicas e Unidades de Saúde da Família e aguardam o momento de dar início ao novo esquema.
Camaçari é um dos municípios prioritários para o controle da tuberculose no estado da Bahia, está com o programa descentralizado há mais de 12 anos, mas a exemplo de outros municípios brasileiros, tem uma rotatividade de técnicos muito grande, e anualmente esta descentralização é implementada para garantir a continuidade e qualidade da descentralização.
O acompanhamento do PCT a nível central fica a cargo dos Departamentos de Atenção Básica, onde está a coordenação do Programa, e Departamento de Vigilância em Saúde, que faz o monitoramento do agravo através da Vigilância Epidemiológica. Todas as Unidades de Atendimento Básico estão com PCT implantado, temos referência secundária para adulto e criança, e co-infecção TB/HIV. Além da equipe técnica temos um trabalho de articulação com a sociedade civil, através do Grupo de Trabalho Municipal para o Controle da Tuberculose criado há um ano. .
Representantes do governo e da sociedade civil também fazem parte do Fórum Baiano de Combate a Tuberculose e Comitê Metropolitano de Salvador, enfim em Camaçari unimos forças para o controle da Tuberculose.

Fonte:
Ana Iara Carneiro
PMCT Camaçari - Ba

ACONTECEU EM SALVADOR


O Conselho Municipal de Saúde de Salvador – CMS/SSA, através da Comissão de Tuberculose, realizou em dezembro último em Salvador, o 1º SEMINÁRIO SOBRE TUBERCULOSE CO – INFECÇÃO HIV/AIDS, reunindo os segmentos da Sociedade Civil Organizada, Conselheiros Municipais, Distritais e Locais de Saúde, além de Gestores e Profissionais da área de Saúde, para discussão e construção de propostas que fortaleçam o combate e o tratamento da Tuberculose, assim como as ações intersetoriais de promoção à saúde para diminuição do número de casos da doença no Município de Salvador.
Lembrando que essa discussão fará parte do processo de sensibilização na X CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE SALVADOR.
Fonte: Rosielma da Cruz
Conselho Municipal de Saúde de Salvador – CMS/SSA
Comissão de Tuberculose do CMS/SSA

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

NOVO MEDICAMENTO

PERNAMBUCO SE PREPARA PARA OFERECER NOVO TRATAMENTO

Profissionais de saúde que atuam na Secretaria Estadual de Saúde (SES/PE), nos municípios e pesquisadores da academia serão capacitados no novo esquema terapêutico de pacientes com tuberculose. Serão capacitados 60 profissionais, que terão a missão de difundir o novo esquema de tratamento para mais de 3.740 profissionais, entre médicos e enfermeiros, que atuam nas equipes de saúde da família dos 185 municípios pernambucanos.
Todos os profissionais precisam estar atentos ao novo esquema de tratamento. Há quase cem anos que se utiliza o mesmo tratamento para pacientes de tuberculose. O uso das mesmas drogas, em especial duas substâncias (rifampicina e isoniazida), tem causado resistência por parte dos pacientes ao tratamento. Por isso, o Ministério está mudando o esquema. No ano passado, três pacientes em Pernambuco apresentaram multirresistência à medicação.
O paciente que tem a tuberculose diagnosticada precisa tomar seis comprimidos por dia, durante dois meses, para combater o bacilo causador da doença, e dois comprimidos diários, nos últimos quatro meses de tratamento. No novo esquema, o paciente vai precisar tomar apenas um comprimido por dia, durante os primeiros dois meses de tratamento. Consequentemente vai diminuir a taxa de abandono e aumentar a cura, pois muitos abandonam o tratamento no meio, devido a grande quantidade de comprimidos que devem ser ingeridos diariamente. Considerando o número de casos de 2001 a 2008, uma média de 11,4% das pessoas com tuberculose abandonou o tratamento a cada ano. No ano passado, foram 177 pacientes pararam o tratamento. Foram notificados, ainda, 41 óbitos por causa da doença, mas 1.385 evoluíram para cura, o que representa 63,4% dos casos.
A coordenadora estadual do Programa de Controle da Tuberculose do Estado de Pernambuco disse ainda que o esquema adotado pelo Ministério da Saúde já é utilizado em todo mundo. Apenas cinco países, incluindo o Brasil, ainda não utilizam à nova medicação. O comprimido possui as quatro substancias presentes nos seis comprimidos usados no esquema antigo, denominado de Dose Fixa Combinada quatro em um (DFC 4X1). O Ministério da Saúde já solicitou a sua compra e ele está vindo do exterior.
Pernambuco tem a terceira maior taxa de incidência de tuberculose no País e a segunda maior em óbitos. O diagnóstico e tratamento da tuberculose devem ser feitos nas unidades de saúde da família dos municípios. Nos hospitais de referência para a doença devem ser atendidos apenas casos graves.
Fontes:
Programa Estadual de Controle da Tuberculose - PE
SES-PE

TUBERCULOSE EM PERNAMBUCO

PREVENÇÃO EM UNIDADES PRISIONAIS DO INTERIOR DE PERNAMBUCO
Técnicos da Coordenação do Programa Estadual de Controle da Tuberculose da Secretaria Estadual de Saúde (SES/PE), no decorrer do ano de 2009, realizaram uma série de visitas a unidades prisionais localizadas no interior do Estado. A iniciativa é uma ação conjunta entre a SES/PE, a Secretaria-Executiva de Ressocialização (SERES), Gerências Regionais de Saúde e municípios que abrigam unidades prisionais. O objetivo é levantar o perfil das instalações, dos detentos, e se o espaço é favorável à disseminação da tuberculose. Além disso, os técnicos vão verificar se a unidade possui um programa voltado para o controle da tuberculose, coordenado pelo município.
Foi visitado o Presídio Advogado Brito Alves, em Arcoverde, a Colônia Penal Feminina de Buíque, em Buíque, o Presídio Regional de Salgueiro, em Salgueiro, e a Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes, em Petrolina. Todas as unidades prisionais que foram visitadas registraram casos positivos de tuberculose em detentos (exceto a Colônia Penal Feminina de Buíque): no Presídio Advogado Brito Alves foram diagnosticados 18 presos com a doença; Presídio Regional de Salgueiro foram 23 detentos; e na Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes, 26 presos tiveram a tuberculose diagnosticada. No Estado, foram diagnosticados 826 casos da doença na população carcerária, sendo 33,9% no interior do Estado.
A meta da SES/PE é conseguir implantar, até final de 2010, o programa em todos os presídios, penitenciárias e cadeias públicas espalhadas pelo Estado.
Hoje, o estado possui cerca de 19 mil pessoas cumprindo pena nas 17 unidades prisionais do Estado, a situação de confinamento em que se encontram os detentos e a realidade da superlotação, que assola unidades, não só de Pernambuco, mas de todo o Brasil, tornam esses ambientes propícios para a proliferação da doença.
Fontes:
Programa Estadual de Controle da Tuberculose - PE
Fonte: SES-PE

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010